21/05/2017

peter pan


Você precisa trabalhar
O trabalho enobrece o homem”, você diz para sua mente
Sentada no balcão de seu emprego medíocre
Onde algum cliente acabara de te xingar
[...]
Dizem que a melhor fase da vida é a juventude
Onde se têm as melhores experiências e loucuras
Você lembra disso também
Enquanto é esmagada na estação da Sé às 6h da tarde
Indo do trabalho para a faculdade
Você precisa estudar
Por que você não quer ficar no seu emprego medíocre pra vida toda
E “hoje em dia ensino superior não é mais nada”, como disse sua tia
E além do mais, metade da sua sala do ensino médio já está a um semestre
Na sua frente
[...]
Você precisa cuidar do seu corpo
Por que afinal essa dupla jornada
Fode com a sua saúde
Então você procura uma academia que abra antes do Sol aparecer
Que é o horário que dá pra ‘encaixar’
E se convence que é realmente em prol da sua saúde
Que acorda duas horas mais cedo
Para correr na esteira feito um hamster 
[...]
Mas a academia é cara
Então você vende seu vale alimentação e come
“Qualquer coisinha aí” pra compensar as contas
Mas você precisa comer bem
Afinal do que adianta malhar e comer merda?
Mas você passa o dia fora e vendeu seu VR
Então você leva potinhos de comida saudável
Mas os potinhos pesam na sua mochila
E fodem com sua coluna
Então você passa na farmácia e compra qualquer relaxante muscular aí
Por que o convênio não é para frescuras
[...]
Então você volta para casa
Em um ônibus vazio
Na verdade ele não está vazio
Mas você não precisa ceder o lugar pra ninguém
Afinal todos no ônibus são universitários tão fodidos quanto você
Então você responde todas as suas trezentas e cinquenta e nove
Mensagens no celular
Afinal, na era digital, que tipo de amiga você é se passar um dia sem mandar
Um emoji
Então você decide ouvir música
Mas você poderia estar fazendo algo mais útil e importante na sua vida
Então você abre um portal de notícias
Mas fecha, por que você está cansada demais para pensar
Então você decide encostar a cabeça na janela e simplesmente aproveitar a vista cotidiana
E naquela noite o céu está tão limpo, as luzes estão tão brilhantes que você quase sentiu paz
(Mas se esqueceu que aquela paz era apenas o efeito do relaxante muscular)
[...]
Você cai no sono
Mas ao cair no sono se esqueceu da principal regra da vida quando você é mulher
Você tem que tomar cuidado
Por que você acordou no terminal de ônibus fechado
E existem dois homens ao seu lado tentando subir sua saia
E você percebe que está sozinha naquele ônibus
Por que em cidade grande tá todo mundo muito ocupado para olhar para o lado
E eles dizem “isso não é hora de mulher estar na rua”
Mas eles não perguntaram se você foi trabalhar e estudar
Ou se caiu no sono por que acordou duas horas antes para ir para a maldita academia
Você consegue correr
E volta pra casa em um taxi que custará mais do que você vai receber no dia 30
Então você treme ao abrir a porta
Mas percebe que todo mundo na sala também treme
Por que todo mundo teve um dia miserável a sua maneira
E só conseguem discutir quem teve o dia mais cansativo
Por que, afinal, o trabalho enobrece o homem

Então você sobe as escadas
E revira a bolsa para encontrar aquela caixinha de relaxante muscular
E pensa que talvez não seja uma má ideia tomar mais de um
Ou a caixa toda
Por que você precisa 
muito
relaxar
[...]
Você morre
Por que alguém, em algum momento
Decidiu que seria bom uma tecnologia
Rápida
Eficiente
Multitarefa
E jovem
Mas esqueceu de lembrar que o humano
Ainda é biológico.


11/04/2017

"Não é igual ao Spotify" I (Lollapalooza)

[ AVISO: ISSO É UM POST GIGANTE E SEM QUALQUER UTILIDADE PÚBLICA ]

"Ouvir uma música no Spotify não é a mesma coisa que ver um show". Curiosamente eu havia esquecido dessa anotação no meu caderno da faculdade. Mas a época de provas me lembrou. Nesta aula meu professor explicou sobre como a arte não possui mais "aura", como é chamada a marca do artista, uma assinatura, um símbolo de originalidade. Dada a estranheza de nós, alunos durante essa afirmação, ele explicou que os veículos pelos quais utilizamos as mídias que somos fãs são industrializados, são máquinas, logo o que ouvimos/vemos/consumimos e nos tornamos fãs é "sem aura".
Essa anotação foi feita no final de fevereiro.

Março foi o mês em que mais fui em shows de toda a minha vida. Mas não, este não será uma resenha sobre como foi o palco de determinado show ou como a maldita pulseirinha do Lollapalooza não funcionava para comprar caderninhos. Outros setecentos blogs já fizeram isso.  Essa é uma resenha interna. Está mais para um monólogo. Ou para o relato de uma grande idiota de dezenove anos que ainda sofre por ídolo.


03/04/2017

E já passou // Uma reflexão sobre shows

Março foi um mês excepcional. Em um intervalo de duas semanas, fui em dois shows. Pode parecer algo bobo para alguns, e até mesmo fútil para outros, mas shows para mim sempre foram raros, por diversos motivos, e é algo que eu realmente gosto de ir. Um deles, criei altas expectativas, o outro, tinha uma curiosidade do desconhecido.

Duas culturas opostas. Coreano e inglesa. Dois shows completamente diferentes.

Mas não estou aqui para falar sobre os shows em específicos, e sim sobre toda essa áurea e energia que englobas esses eventos.

Acho que ver seus artistas ao vivo é o sonho de quase todo mundo, ter a certeza que a música que você ouve condiz com a realidade, que não é um mero efeito no autotune. Esse sempre foi meu medo, ir no show e me decepcionar, perceber que o real não condiz com o digital, que não dava a mesma sensação.

No dia 19 de março tive minha primeira experiência em um show de música coreana. Foram nove horas de fila só para comprar o ingresso, mais dez horas só para entrar na casa de show. Peguei chuva, frio, vento, vontade de ir no banheiro, e realmente chegou uma hora que eu me perguntei o que eu estava fazendo ali.

Já no dia 27 de março, eu tive minha primeira experiência de ir em um show sem saber absolutamente nada da banda. Não foi planejado, eu fui para acompanhar a Blue. Foram sete horas de fila para entrar. Peguei chuva, frio, estava com cólica, mas em nenhum momento eu me arrependi de estar ali.

Essas duas experiências me fizeram refletir no que para mim significa ir em show.

Na minha visão, há uma linha tênue entre ser fã e ser histérica. Não vou ser hipócrita a ponto de dizer que queria que toda a plateia ficar quieta enquanto o artista está se apresentando, muito pelo contrário, acho essa a beleza e impacto que o público brasileiro tem em show. Nós cantamos todas as músicas, nos emocionamos, gritamos e pulamos o show todo, expressamos em atos todo nosso amor por eles. Mas ficar gritando os 120 minutos de show o nome dos integrantes, não parar de gritar mesmo quando eles pedem e não conseguir entender quando estão conversando conosco. Isso me desculpem, eu não consigo suportar.

Às vezes, a única coisa que devemos fazer em shows, é simplesmente parar e observar, com seus próprios olhos, não pela tela do celular. É ouvir a voz das pessoas que conseguem cantar seus sentimentos, reparar no jeito que se comportam, como interagem com os outros integrantes e como olham para o público.

Ambos os shows foram incríveis, não vou negar. Mas para mim, o que completa o show, não são apenas os artistas, e sim os fãs. É o momento que pessoas que nem você, se reúnem para agradecer e demonstrar amor. Não tem coisas melhor do que conversar sobre música, ainda mais com pessoas que falam a mesma língua que você. É legal dividir esse momento com os outros, jogar UNO na fila, conversar sobre a vida, talvez você não verá mais aquelas pessoas, mas de alguma maneira vocês estarão sempre ligados.

Parece fantasia demais, mas é assim que eu penso. Estar em um show, é como estar em um mar de alegrias, não em um campo de guerra, onde iremos disputar os integrantes.

Ficamos esperam tanto por oportunidades como essas, não vale a pena desperdiça-las, ou torna-las boas apenas para você. Por que quando você menos espera, já passou. E o sentimento que fica, irá te acompanhar até o próximo show.


ps: só agora percebi que não tenho fotos do show do BTS, só tenho videos.

26/03/2017

Noite.

Eu tinhas essas gravações no meu computador a quase um ano, então decidi criar coragem e finalmente editar tudo.

Ps: Se quiserem resenha de As vantagens de ser invisível é só avisar.


15/02/2017

Review | Dama da Meia Noite

Não sei o que exigiu mais coragem: começar a ler esse livro ou começar essa resenha.

Cassandra Clare | 554 Páginas | Editora Galera Record

Antes de começar a falar sobre Dama da Meia Noite, acredito que seja interessante explicar o contexto da saga: Cassandra Clare é autora de ficção que envolve caçadores de sombras, seres mágicos e humanos. Sobre esse universo, existem três séries:
 Instrumentos Mortais: primeira saga lançada, cuja história se passa em uma contemporânea Nova Iorque e apresenta todo o universo de caçadores e seres do submundo;
 As Peças Infernais: Se passa décadas antes que Instrumentos em uma Londres Vitoriana;
• Os Artifícios das Trevas: Dama da Meia noite está aqui, se passando cinco anos após a primeira série, em Los Angeles.

Agora podemos seguir corre que ainda dá tempo


   Após cinco anos do fim da Guerra Maligna, treta que ocorreu em Instrumentos Mortais, mortes começam a se espalhar pela ensolarada Los Angeles, cujos corpos são marcados com uma língua demoníaca indecifrável e sob circunstâncias que levam a crer que algum ritual proibido esteja sendo executado. E são esses fatores que conectam caçadores de sombras, fadas e mundanos, juntos em investigações e relações proibidas. Afinal, parece que proibido é regra desta história.
   Só pela explicação necessária no começo do post, entende-se que essa não é uma história cuja leitura independa do conhecimento das duas outras séries. Uma das coisas que mais me preocupou ao ver Dama da Meia Noite foi a quantidade de páginas. Mais de quinhentas páginas em um primeiro volume foi algo exagerado, o que me faz pensar que nossa querida Cassandra está perdendo a noção de quando parar.

Sed lex, Dura lex
A lei é dura, mas é a lei
Lex malla, lex nulla 
Uma lei ruim não é uma lei

   Emma, uma das protagonistas da trama é uma personagem sarcástica, corajosa e ligeiramente imprudente. Orfã durante a Guerra Maligna, a garota dedica sua vida a investigar as circunstâncias duvidosas que levaram a morte de seus pais. Já Julian, o contido e cauteloso menino Blackthorn, apenas deseja manter sua família saudável e unida, mas vê sua teia de controle e segredos se romper ao longo da história. Ambos são unidos pelo laço parabatai¹, o que os torna guerreiros íntimos e inseparáveis de uma forma que, desde o início da trama, você percebe ser mais do que deveria ser.  E acredito que seja aí que a coisa desanda. 

Mapa dos arredores do Instituto de Los Angeles.
A questão de amores proibidos no universo dos caçadores de sombras da Cassandra é algo que já foi usado nas sequências anteriores e ficou passado. Se tirássemos todas as cenas onde Julian e Emma descrevem seus sentimentos reprimidos ou que exclamam quando o outro é maravilhoso/lindo/deusaloucafeiticeira, enxugaríamos umas cem páginas facilmente. Fiquei decepcionada com a forma com que a autora "reciclou" a mesma fórmula de romance das outras histórias para prosseguir com esta.

  Mas antes que as pessoas comecem a fazer origami com as páginas desse livro, devo relevar seus pontos positivos. É inegável a boa estruturação de A Dama da Meia Noite, a forma como a autora amarra bem as pontas e a forma como a história bebe da rica fonte de cultura dos Caçadores de Sombras.

  O humor ácido e sarcástico típico dos caçadores também está de volta, o que ameniza muitas das cenas do livro. Os personagens, apesar de muitos, são bem desenvolvidos e com características próprias- principalmente os irmãos Blackthorn, cujas características são fortes e contrastantes.  Cassandra também ganha mais uma vez por conseguir criar boas cenas de tensão e de batalhas, além dar bons plot twists durante a leitura.

Personagens de Os Artifícios das Trevas, por Cassandra Jean

Por fim, considero Dama da Meia Noite um livro mediano. É boa a sensação de voltar a estar no universo mágico de Caçadores de Sombras e divertido reconhecer as diversas referências e conexões às séries anteriores, mas ainda assim todos os fatores negativos já citados pesam durante a leitura. Este um daqueles livros realmente para os fãs e para aqueles que querem saber o que acontece depois do final feliz de Instrumentos Mortais.


¹ [ p.a.r.a.b.a.t.a.i ]: É uma relação vitalícia entre dois caçadores de sombras, fixada por um juramento e um ritual. Parabatais não apenas lutam juntos, mas dão a vida um pelo outro, sentem o que o outro sente, dão força e suporte para seu companheiro e ao fim da vida, são enterrados no mesmo lugar. A relação independe do sexo dos guerreiros, mas é terminantemente proibida a relação amorosa entre eles.
[adivinhem que é minha parabatai ⁀ᗢ⁀]


É isso galera, até a  próxima!
Beijos de arco íris (◡‿◡✿)


08/02/2017

Trilha Sonora . JANEIRO

Nunca é tarde para falar sobre música.


Quem é vivo sempre aparece, né não? Janeiro já acabou faz um tempo e como a Cah disse no post anterior, não foi um mês marcante, mas música é para mim algo sempre relevante e queria muito compartilhar o que estava no meu fone neste último mês. 

Uma das minhas maiores surpresas desse início de mês foi o álbum The Wave do Tom Chaplin,  vocalista do Keane (Somewhere Only We Know / Everybodys Changing). Não costumo me interessar muito por trabalhos solos de vocalistas, mas dar uma chance ao Tom foi uma das minhas melhores escolhas do ano.
     
Entender que esse álbum foi escrito pelo próprio Tom é um passo importante para reconhecer a intensidade dele. As letras discorrem sobre seus problemas com a fama, drogas, depressão e a relação com sua família. Em entrevistas, ele revela como esse álbum foi não somente como um ato de liberdade musical, algo que não poderia ser feito com a banda, mas também como foi algo que o salvou de si mesmo.

Dentre minhas faixas preferidas, destaco The River. É uma das mais animadas do álbum, é tem um pop bem puxado para o que conhecemos do Keane; Hardened Heart, um dos singles do trabalho, ganham tanto em sonoridade e letra e -mano, temos os solos do Tom- .  Já Quicksand é uma canção dedicada à sua filha, faixa que para mim tem a melhor sacada de letra, pois não é uma música clichê; é como se fosse um prenúncio de como o mundo é duro e cruel, mas que ela sempre teria alguém para "puxá-la" de volta.


Já pelos confins do Youtube conheci esse simpático carinha chamado Goody Grace. O som dele é um hip hop bem puxado para o pop e as letras dele são muito boas. Ele é aquele típico artista de Soundcloud que merecia mais reconhecimento na mídia, apesar de já ter parcerias com caras como Gnash  e Jesse Rutherford The Neighbourhood. Girls in the Suburbs Singing Smiths Songs foi a primeira coisa que ouvi dele e é uma daquelas canções que você ouve umas cinquenta vezes sem perceber. Two Shots e So, What does this all mean?  são outras canções com sonoridades bem diferentes entre si, mas que merecem ser ouvidas. Que a mídia mainstream cuide bem desse garoto. 

Gracie Abrams é também uma dessas artistas que merecem seu lugar ao Sol. Da Califórnia, seu som folk lembra bastante algo entre Birdy e Daughter. Sua voz é linda, e uma das melhores músicas para perceber isso é And she will miss you. Merecem atenção também  I Kinda miss you e Deep Red.


EDEN (Ou The Eden Project) é o nome do trabalho artístico de Jonathon NG, um irlandês com uma voz grave maravilhosa. O som do cara é uma mistura entre indie, hip hop e eletrônica, reunidos em diversos EPs já lançados por ele. A Lorde deusa rainha do Nilo já admitiu seu amor pela canção Sex do cara. Gostaria de panfletar Wake Up e Rock + roll. É o tipo música que você tem vontade de colar na testa,

Fazia muito tempo que eu não escrevia sobre música °o°
Espero que tenham gostado, compartilhem o que andam ouvindo nesse mês \o/ 


05/02/2017

Favoritos do mês // Janeiro

E janeiro já acabou. É incrível como o tempo parece estar passando cada vez mais rápido.

Um fato engraçado é que o último favoritos do mês foi em janeiro do ano passado, percebi como estou ausente desse blog. E naquele post eu falei que iria começar a gravar os favoritos, porque eu realmente prefiro fazer vídeos para complementar o post, mas adivinha só.... meu editor está com problema.  o(〒﹏〒)o



Janeiro não foi um bom mês, não teve nada de especial, mas me obriguei a separar algumas coisas para mostrar para vocês.

Ando muito relapsa em minhas leituras. Normalmente eu leio nos transportes públicos, mas como quase não sai de casa, meu ritmo caiu  muito, sem contar que acabo ficando vendo VIXX TV e quando percebo já são três da manhã. Mas esse mês consegui achar os dois primeiros volumes da série House of Night da P.C. e Kristin Cast, por dez reais cada na Passagem literária da Consolação (obrigada Blue por ter me levado lá ♥). E finalmente comecei a fazer minha coleção. O primeiro livro, "Marcada" era o único que, na época que comecei a ler (faz cerca de cinco anos atrás), não tinha na biblioteca. Pretendo fazer resenha da serie inteira mais para frente, mas já adianto que esse livro tem papel fundamento na minha vida. Vampiros, religião, Deusa, essa história é incrível.

Assisti poucos filmes e séries. O primeiro foi "Hoje eu quero voltar sozinho", filme brasileiro de 2014. Eu adorei, de verdade, a história é muito bonita, o filme é esteticamente lindo. Me surpreendeu muito. O segundo foi "Goodnight Mommy", que eu assisti na sexta feira 13. Que filme mind fuck, escrevi minha "crítica" no Filmow, então clica aqui pra ir ver. E por fim, mas não menos importante, finalmente comecei a assistir "Sherlock". Não terminei ainda, mas já posso falar que se tornou uma das minhas séries favoritas. Sem contar que é um poço de sotaques britânicos maravilhosos que eu com certeza posso ficar escutando o dia inteiro sem enjoar.

Anime eu só assisti um, que eu fiquei completamente apaixonada e assisti tudo em três dias e agora já estou sofrendo para a segunda temporada. Três palavras apenas, Yuri! on Ice. Eu vou um post só falando dele, aguardem.

Sobre música, esse mês decidi voltar a escutar TODOS os álbuns do BigBang, estou meio que preparando para os próximos cinco anos. E também comecei a ouvir os primeiros discos do VIXX. Mas uma coisa que ouvi mesmo foi a mixtape e o novo álbum do Ravi, como eu amo o rap dele, descobri também algumas rappers, e viciei na Kasper. Mas fora kpop, ouvi muito algumas músicas do The 1957, Blackbear, Goody Grace e o cover do Hyuk da música "Love Yourself".


Então foi isso gente. Desculpa pela falta de coisa, realmente não foi uma mês muito interessante. Mas mesmo assim espero que tenham gostado.

Fiquem bem. ☽


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